Assuntos de Goiás TV

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

MPF não apresenta provas, pede condenação de Lula e joga responsabilidade para Sérgio Moro | Real Madrid CF Brasil

MPF aponta Lula como beneficiário de R$ 3,7 milhões, na forma da aquisição e reforma de um tríplex em Guarujá, e do armazenamento de seu acervo pessoal, MPF defende que o ex-presidente deva pagar o valor integral dos desvios apurados entre a OAS e a Petrobras como suposto comandante do esquema. 

O empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, também foi alvo de um pedido de multa, mas como havia pago mais de R$ 29 milhões relativo a outro julgamento da Lava Jato, o valor pedido caiu para R$ 58,4 milhões. 

Embora não tenha um acordo de colaboração premiada com Léo Pinheiro, da OAS, o MPF sugeriu que a pena do empreiteiro seja reduzida pela metade por ele ter confessado os crimes em interrogatório e "prestado esclarecimentos" à Justiça. Leia-se citou Lula.
 

Brasília - O procurador Deltan Dallagnol participa da palestra Democracia, Corrupção e Justiça: diálogos para um país melhor, no Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), campus Asa Norte (José Cruz/Agência Brasil)


Em uma espécie de confissão explícita da falta de provas robustas para sustentar sua tese, o MPF afirma que, no caso, "a solução mais razoável é reconhecer a dificuldade probatória e, tendo ela como pano de fundo, medir adequadamente o ônus da acusação, mantendo simultaneamente todas as garantias da defesa." 

O MPF menciona uma decisão da ministra Rosa Weber no julgamento do mensalão, quando a magistrada defendeu que "em crimes graves e que não deixam provas diretas, ou se confere elasticidade à admissão das provas da acusação e o devido valor à prova indiciária, ou tais crimes, de alta lesividade, não serão jamais punidos e a sociedade é que sofrerá as consequências." Sérgio Moro, agora responsável pela Lava Jato, foi o assessor de Rosa Weber no "mensalão". 
 Fonte: Procuradores querem regime fechado e multa de 87 milhões para Lula — CartaCapital

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Nova gravação de Joesley sem sigilo


Já estão no gabinete do Minsitro Edson Fachin os novos áudios dos executivos da JBS-Friboi.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Supremo Tribunal Federal transforma o ex presidente Fernando Collor em réu na Lava jato





Grupo do ex-presidente é suspeito de ter recebido mais de R$ 29 milhões em propina 

O Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira denúncia contra o senador Fernando Collor (PTC-AL) e outras duas pessoas por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa. Foi aberta uma ação penal para investigar os três, que agora são réus na Operação Lava-Jato. Segundo a denúncia, o grupo de Collor recebeu mais de R$ 29 milhões em propina entre 2010 e 2014, em razão de contratos de troca de bandeira de postos de combustível celebrados com a BR Distribuidora.

Além de Collor, respondem pelos crimes Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, conhecido como PP, que foi ministro de Collor quando ele era presidente da República, e Luís Amorim, administrador da TV Gazeta de Alagoas, de propriedade do senador. Foram arquivadas as investigações relativas a outras cinco pessoas que também tinham sido denunciadas pela Procuradoria-Geral da República no mesmo caso. Os ministros consideraram que não havia indícios mínimos de que os investigados tinham participado dos crimes. No grupo dos inocentados está Carolina Serejo Collor de Mello, casada com o senador.

A decisão foi tomada por unanimidade pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), composta de cinco ministros: Edson Fachin, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Celso de Mello. Collor é o terceiro senador réu na Lava-Jato, acompanhado de Gleisi Hoffmann (PT-SC) e de Valdir Raupp (PMDB-RO).

Na denúncia, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cobrou de Collor e dos outros investigados o pagamento de R$ 185,6 milhões aos cofres públicos. O valor corresponde à devolução de propina supostamente recebida e ao pagamento de multa. Janot também pediu a decretação da perda da função pública para quem tem cargo ou mandato eletivo, por terem violado seus deveres para com o poder público e a sociedade.

Essas e outras penas, como a possibilidade de prisão para eventuais condenados, serão definidas apenas quando terminar a ação penal, no julgamento final do processo, ainda sem data prevista para acontecer. A fase investigatória iniciada nesta terça-feira inclui o depoimento de testemunhas de acusação e de defesa, além da produção de novas provas.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Operação da PF e Receita cumprem mandados contra lavagem de dinheiro e evasão de divisas – Politica




Aqueles meliantes que assistem aos telejornais devem estar se perguntando, "a PF não estava sem dinheiro?". Pois é de forma surpreendente, a Polícia Federal e a Receita Federal deflagaram operação contra lavagem de dinheiro e evasão de divisas. 

Denominada Operação Hammer-on, segundo a PF, os brasileiros que contrataram a organização criminosa para pagar os fornecedores paraguaios, bem como para ocultar dinheiro de origem criminosa, também foram alvos de investigação. 

O Hammer-on é uma técnica usada em instrumentos de corda para ligar duas notas musicais com uma mesma mão. Fazendo-se novamente referência à teoria musical, na operação Hammer-on, numa só toada, “com uma só mão”, ligaram-se duas “notas musicais” (intermediários e demandantes). 

Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, gestão temerária, operação irregular de instituição financeira e uso de documento falso. 

Cidades: 

Paraná – Foz do Iguaçu, Curitiba, Almirante Tamandaré, Piraquara, São José do Pinhais, Assis Chateaubriand e Renascença; 
Santa Catarina – Itapema, Balneário Camboriú e São Miguel do Oeste; 
Espírito Santo – Vitória, Serra e Vila Velha; 
São Paulo – Guarulhos e Franca; 
Minas Gerais – Uberlândia. 

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Procurador critica Raquel Dodge


Em São Paulo, procurador da força tarefa da Lava Jato critica encontro fora da agenda entre Temer e a futura chefe do Ministério Público, Raquel Dodge. E que procuradores recusaram convite do presidente para visita ao Jaburu, na véspera do impeachment de Dilma Rousseff.

sábado, 12 de agosto de 2017

Lúcio Funaro é transferido de volta para a Papuda; operador de Cunha negocia delação – Politica



Funaro diz, Cunha desdiz e seguem as negociações para que ambos façam delação, sendo que no final das contas apenas um deles poderá ter a sua colaboração homologada.  Nada impede que o MPF aceite as duas delações, mas isso só será possível se Rodrigo Janot encaminhar a denúncia antes de deixar o cargo
 
O encontro de Raquel Dodge fora de horário e de agenda com Michel Temer recoloca a nova PGR como incógnita em relação ao prosseguimento das denúncias e delações que envolvam o presidente. Ou veremos Raquel Dodge no papel que exerceu Janot ou então teremos uma nova Engavetadora Geral da República. 

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Doleiro diz que entregava malas de dinheiro a Geddel


Preso por fraudes no FGTS da caixa, o doleiro Lúcio Funaro admitiu à Polícia Federal que fez várias entregas de malas de dinheiro ao ex-Ministro Geddel Vieira Lima, do PMDB.
Por causa das revelações de Funaro, o Ministério Público Federal
pediu hoje que o ex-Ministro do Governo Temer volte à prisão preventiva em regime fechado.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Nego do Borel - Você Partiu Meu Coração ft. Anitta, Wesley Safadão

Polícia Federal – A Lei é Para Todos [Trailer Oficial]





De certa forma a maior operação anticorrupção do mundo contribuiu para tirar a competitividade do Brasil, ao mesmo tempo em que combatia de forma seletiva a corrupção. As ações comandadas pela força tarefa esta terminando os trabalhos sem incomodar um único parlamentar ligado ao PSDB.

O Juiz e os Procuradores negam que haja seletividade, mas a perseguição ao Partido dos Trabalhadores é notável, Lula é a cerja do bolo que eles esperavam entregar a sociedade, e mesmo depois de quebrar empresas, aumentar o desemprego, destituir uma presidente legitimamente eleita pelo povo e implantar uma crise política sem precedentes, os acusadores não conseguiram uma única prova consistente para prender Luiz Inácio Lula da Silva.

O filme conta a saga da maior e mais bem-sucedida operação de combate à corrupção da história do país – a Operação Lava Jato. Pelo ponto de vista do delegado Ivan (Antonio Calloni) e de sua equipe da Polícia Federal, em conjunto com a força-tarefa do Ministério Público Federal, o longa revela os esforços para desvendar o esquema de lavagem de dinheiro e pagamento de propinas a executivos da Petrobras, empreiteiras, partidos políticos e parlamentares. O trailer mostra ainda o papel decisivo da Justiça para que a investigação não fosse destruída pelas forças políticas envolvidas.

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